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LEGISLATIVO URUÇUIENSE RENOVADO: UMA ANÁLISE DO PROFESSOR E HISTORIADOR DE URUÇUÍ ANCHIETA SANTANA


O resultado das eleições 2020 mostrou que o poder legislativo, em Uruçuí, foi reduzido, em um ⅓, o número de partidos  representados nessa legislatura que termina em dezembro próximo. Isto, por conta do fim da coligação proporcional.

    Em 2016, foram  eleitos representantes do PMDB, PTC, PT, PROS, PSDB e REDE. Já nas eleições do último dia 15 de outubro, apenas quatro partidos garantiram representatividade. São eles: PP, MDB, SOLIDARIEDADE e PT, assim distribuídos: cinco, três, dois e um vereador, respectivamente.

          PSDB, PTC e REDE perderam seus representantes. O PROS foi substituído pelo PP. O SOLIDARIEDADE, pela primeira vez, ganha espaço na câmara municipal. MDB e PT perdem, cada um, uma cadeira.


       Com relação aos atuais vereadores, apenas três foram reeleitos. São eles: Marcelo Leite, Patrícia Moreira e Eliane Santana. Isto num contexto em que quatro parlamentares não concorreram à reeleição. Foram eles: Stanley Carvalho, Tânia Fianco, Alaiane Sá e Adriana Cavalcante. Esta, cedeu lugar ao seu esposo, Pedro Cortez, que foi eleito. E mais, outra leitura possível é que a mulher perdeu espaço no ambiente legislativo. A representatividade feminina caiu de quase “⅔” para menos de “⅓”. Eram sete, agora, três.

          Isto posto, conclui-se que o poder legislativo uruçuiense encolheu quanto ao número de partidos, representação  feminina e renovou 73% dos legisladores.

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